Rondônia, 09 de Julho de 2020
ESPORTES

Cidadã do mundo, Verônica Macedo carrega o orgulho venezuelano ao octógono do UFC

Fonte: Assessoria
  • Cidadã do mundo, Verônica Macedo carrega o orgulho venezuelano ao octógono do UFC
Veronica Macedo é cidadã do mundo. Nascida em Santo Antônio, cidade localizada a 15km de Caracas, capital da Venezuela, morou em Miami, nos Estados Unidos. É filha de avós espanhóis e portugueses. Em sua última atuação pelo UFC, em Montevidéu, no Uruguai, realizou a preparação no Canadá. Carregou todos seus pertences na viagem e, após finalizar Polyana Viana, no primeiro round, faturou o bônus de "Performance da Noite" e, sem residência fixa, viajou para outros países em busca de novos treinamentos, para aprender outras habilidades, aperfeiçoar as antigas e afiar o jogo com pessoas diferentes.

- Depois da luta no Uruguai, ganhei um bônus que me ajudou a buscar um lugar para ficar mais tempo. Também usei para participar de algumas competições e melhorar como atleta. Fui a Nova York, Moscou, Holanda, Paris, tudo para aprender mais e participar de campeonatos - detalhou, em entrevista exclusiva ao Combate.com. Ela enfrentará Bea Malecki no UFC Brasília, neste sábado, no Ginásio Nilson Nelson, que terá portões fechados por conta da pandemia do Coronavírus.

Lutadora do UFC desde 2016 - possui uma vitória e três derrotas na organização -, Veronica Macedo não começou no esporte como a maioria, influenciada pelos feitos de Royce Gracie. A venezuelana gostava de assistir aos filmes estrelados pelo lendário Bruce Lee e, quando criança, treinou caratê, taekwondo e, posteriormente, jiu-jítsu, como os brasileiros Marcelinho Garcia e Rilion Gracie.


- Assistia muitos filmes do Bruce Lee, falava para o meu pai que eu gostava e pedia para ele me levar nas aulas. Ele falava: "Ah, não, melhor não". Eu seguia pedindo a ele, até que comecei e adorei - declarou em português a peso-mosca, cujas as duas irmãs vivem em Miami. Hoje ela está em São Paulo, mas sem tempo definido.

- O jiu-jítsu me trouxe para o Brasil. Na primeira vez fui para o Rio de Janeiro, para treinar jiu-jítsu para o MMA. Fui embora porque não tinha o visto para ficar mais de seis meses. Agora, tenho residência e posso ficar mais tempo. Depois que lutei, vi muitos problemas no meu jiu-jítsu, sempre terminava no chão. Muitas mulheres fazem judô, e muita gente não quer trocar comigo.

Fonte: Combate.com
  • Cidadã do mundo, Verônica Macedo carrega o orgulho venezuelano ao octógono do UFC