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Indígenas bloqueiam a BR-364 para exigir melhorias na saúde, em Cacoal

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Um grupo de indígenas realiza na manhã desta quarta-feira (08), uma manifestação com bloqueio total da rodovia BR-364, na altura da ponte do distrito de Riozinho, em Cacoal (RO).

O protesto gera grandes filas de veículos em ambos os sentidos da pista e mobiliza forças de segurança.​A principal pauta dos manifestantes é a cobrança pela exoneração imediata da coordenadora do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Vilhena, identificada pelas lideranças como Median.

Além disso, o movimento cobra reformas estruturais e urgentes na assistência médica prestada às suas comunidades.

​De acordo com os líderes da mobilização, a saúde nas aldeias enfrenta uma crise severa devido à falta de gestão. Entre os problemas mais graves apontados pelo grupo estão:

  • ​Falta crônica de medicamentos: Comunidades sofrem com o desabastecimento de remédios essenciais.
  • ​Frota sucateada: Os veículos destinados ao transporte de pacientes até os centros urbanos encontram-se avariados ou sem condições de uso.
  • ​Falhas em urgências: O atendimento de urgência e emergência é apontado como deficiente.
  • ​Falta de assistência básica: Segundo os manifestantes, nem sequer os serviços primários básicos de saúde têm sido assegurados de maneira contínua, o que compromete gravemente a qualidade de vida e o acesso das populações indígenas aos seus direitos constitucionais.

​O bloqueio concentra-se sobre a ponte do distrito de Riozinho. Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) já estão no local acompanhando o andamento do protesto com o objetivo de mediar o diálogo, garantir a segurança dos manifestantes e motoristas, além de orientar o tráfego rodoviário na região.

​O DSEI Vilhena é um órgão diretamente vinculado à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), que faz parte do Ministério da Saúde e responde pela gestão da atenção primária de saúde nas terras indígenas daquela área de abrangência.

​Falta de posicionamento oficial

​Até o momento do fechamento desta reportagem, nem a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) e nem o Ministério da Saúde haviam emitido um posicionamento oficial sobre as acusações e o pedido de destituição da coordenadora regional.

Fonte: rondoniaovivo

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AGRICULTURA

Preço do café tem alta impulsionada por colheita atrasada no Brasil

Cotações do algodão e do suco de laranja também subiram em Nova York nesta segunda (20)

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O preço do café fechou o pregão em alta nesta segunda-feira (20/7) na bolsa de Nova York. Os lotes com entrega para setembro de 2026 avançaram 1%, cotados a US$ 3,2350 a libra-peso.

O atraso na colheita da safra brasileira segue sendo o maior fator de impulso da cotação. Na sexta-feira (17/7), a consultoria Safras & Mercado informou que 64% da área já foi colhida, abaixo dos 77% registrados na safra anterior.

Cacau

Já o cacau segue em queda. Os contratos da amêndoa com vencimento em setembro de 2026 fecharam em baixa de 0,47%, cotados a US$ 5.507 a tonelada.

Suco de laranja

Os contratos de suco de laranja concentrado e congelado fecharam em forte alta. Os papéis mais negociados, com vencimento em setembro de 2026, estão cotados a US$ 1,4690 a libra-peso, com avanço de 6,30%.

Açúcar

O açúcar encerrou o dia em leve baixa na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em outubro de 2026 caíram 0,13%, negociados a US$ 14,81 a libra-peso.

Algodão

Por fim, o algodão fechou em leve alta. Os papéis da pluma com entrega para dezembro de 2026 recuaram 0,53%, cotados a 79,05 centavos de dólar por libra-peso.

Fonte: Globo Rural

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