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Novas notas de R$ 200 já são encontradas no comércio, mas falsificadas

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O crime de falsificação está previsto no artigo 289 do Código Penal, com pena que pode variar de 3 a 12 anos de prisão.

Após o anúncio do Banco Central sobre a criação da nota de 200 reais, imagens publicadas nas redes sociais indicam que cédulas falsas já estão circulando em Madureira, na zona norte do Rio de Janeiro. O bairro é conhecido pelo seu intenso comércio popular, principalmente no Mercadão de Madureira, o maior centro comercial da cidade.
A nota falsa é alaranjada e tem o desenho do lobo-guará, animal brasileiro escolhido para ilustrar a nova moeda. No entanto, a nova nota só entrará em circulação no final de agosto de 2020.
O crime de falsificação está previsto no artigo 289 do Código Penal, com pena que pode variar de 3 a 12 anos de prisão.
A nova nota tem visa atender a demanda por dinheiro em espécie, que aumentou durante a pandemia de covid-19, e a falta de retorno ao sistema bancário de valores pagos em espécie a beneficiários do auxílio-emergencial de R$ 600.
Em entrevista coletiva, o Banco Central informou que não há relação entre a nova cédula e a desvalorização do real perante ao dólar e nem quanto a perspectivas altas de inflação.
Como identificar notas falsas?
O Banco Central ressalta que há meios do cidadão reconhecer a autenticidade das cédulas. O aplicativo “Dinheiro Brasileiro”, criado em 2016 por conta das Olimpíadas no Rio, permite que o usuário verifique se uma nota é falsificada.
Para usar, basta fotografar a nota e o aplicativo verifica os elementos de segurança presentes nas notas oficiais.
Fonte: Exame

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Polícia Civil através da Delegacia de homicídios de Ji-Paraná já sabe quem, e porque Thiago foi morto à tiros no último domingo (05)

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A Polícia Civil já identificou o principal suspeito do homicídio ocorrido na Rua Rio Tapajós e informou que as investigações estão em fase bastante avançada. As informações foram divulgadas pelo delegado Flaviano José, responsável pelo caso.

De acordo com o delegado, a vítima, que era usuária de drogas, passou por diversas residências da região pedindo dinheiro. Ao chegar à casa onde estava o suspeito, teria solicitado R$ 5 reias de maneira agressiva, o que deu início a um desentendimento.

Ainda segundo a investigação, o irmão do suspeito teria incentivado uma reação. Em seguida, o investigado pegou uma motocicleta, dobrou a placa do veículo para dificultar sua identificação e saiu à procura da vítima. Ao encontrá-la, efetuou diversos disparos de arma de fogo e, logo depois, retornou para casa tentando agir como se nada tivesse acontecido.

As equipes da Delegacia de Homicídios, com apoio do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil, iniciaram diligências e conseguiram identificar a motocicleta utilizada na ação. A partir desse trabalho, os investigadores chegaram ao principal suspeito.

O delegado Flaviano José informou que o investigado já foi formalmente cientificado de que responderá pelo crime de homicídio. No entanto, a prisão ainda não foi realizada porque a Polícia Civil aguarda a conclusão de alguns elementos da investigação para encaminhar o relatório ao Poder Judiciário e solicitar a expedição do mandado de prisão.

A arma utilizada no crime ainda não foi localizada. Conforme o delegado, o suspeito alegou que teria levado o armamento para a casa da mãe, porém o objeto não foi encontrado durante as diligências.

A Polícia Civil segue com as investigações para concluir o inquérito e reunir todas as provas que subsidiarão a responsabilização criminal do suspeito.

Reportagem: Jean Lemos Rondônia Atual

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