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POLÍTICA RONDONIENSE

Fúria diz conversar com Cassol e responde sobre prefeito de Vilhena como vice: “Aceitaria, eu tenho uma boa relação com ele”

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No A Voz do Povo, prefeito de Cacoal e pré-candidato ao governo afirma que manteve comércio e igrejas abertos contra decretos estaduais, critica superlotação e estrutura do João Paulo II, aponta “excesso” de cargos e terceirizações na máquina estadual.

REDAÇÃO RONDÔNIA DINÂMICA

A entrevista do prefeito de Cacoal, Adaílton Fúria, pré-candidato ao Governo de Rondônia, foi marcada por declarações de confronto com decisões do Executivo estadual durante a pandemia, críticas diretas à situação da saúde pública em Porto Velho e ataques à terceirização e à privatização como modelos de gestão, além de cobranças por “prioridade” no uso de recursos públicos. Fúria participou do programa A Voz do Povo, apresentado pelo jornalista Arimar Souza de Sá e veiculado pela Rádio Caiari FM 103,1, dentro de uma série de conversas com pré-candidatos, e ocupou parte do tempo com relatos de medidas adotadas em Cacoal e com comentários sobre o cenário estadual. As informações são do site Rondônia Dinâmica. As informações são do site Rondônia Dinâmica.

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Logo na entrada do tema “pré-candidatura ao governo”, Fúria explicou que a decisão de disputar o Palácio Rio Madeira estaria ligada ao que chamou de “portfólio” construído na prefeitura e ao argumento de que Rondônia se acostumou a tratar problemas estruturais como se fossem naturais. Nesse trecho, ele citou estradas ruins, rodovias deterioradas e “descaso” em unidades de saúde como exemplos de situações que, segundo ele, viraram normalidade, defendendo que “tem jeito” e que seria possível replicar em escala estadual práticas aplicadas no município.

A narrativa mais contundente apareceu quando o prefeito descreveu a postura de Cacoal durante a pandemia. Ele afirmou que, enquanto o governo editava decretos para fechar o comércio, sua gestão emitia atos para mantê-lo funcionando e que a cidade teria sido a única a não interromper as atividades econômicas. Na mesma linha, disse que também não fechou igrejas quando houve decreto com essa determinação. 

Fúria relatou que o Estado ingressou com ação contra a Prefeitura e contra seu CPF para obrigá-lo a fechar o comércio e que a administração municipal obteve na Justiça autorização para manter as atividades. Ao sintetizar o episódio, declarou: “Cacoal foi a única cidade que não fechou o comércio na pandemia. O governo fazia um decreto de fechamento do comércio e eu fazia um para manter aberto. Em fevereiro, saiu um decreto que fechava até as igrejas. E nós não fechamos as igrejas e não fechamos o comércio cacoal. (…) O Estado entrou com uma ação contra a Prefeitura e contra o meu CPF para me obrigar a fechar o comércio. E eu falei, meu amigo, aqui não. Aqui tem gerência. E nós conseguimos, na justiça, o direito de manter o comércio aberto.”

Ao ser provocado sobre o Hospital João Paulo II, em Porto Velho, Fúria afirmou que o problema exigiria enfrentamento estrutural e criticou a permanência de cenas que, segundo ele, já havia denunciado quando era deputado estadual. Ele mencionou uma fotografia de paciente em “garagem” e disse que o registro teria sido feito por ele “no primeiro ano” de mandato, sustentando que o cenário continuaria semelhante. 

No mesmo bloco, afirmou que o Detran “arrecada dinheiro dia e noite” e sugeriu que esses recursos deveriam ser direcionados para melhorar a saúde. Em tom de comparação com a realidade do interior, declarou: “Quando eu era deputado, você lembra de uma foto que rodou o estado de Rondônia, de paciente lá na garagem, debaixo do ar-condicionado? Quem fez aquele registro foi eu, no primeiro ano, como deputado estadual. E continua da mesma maneira. (…) Nós temos um Detran que arrecada dinheiro dia e noite. Meu amigo, o que mais tem no estado de Rondônia é blitz do Detran. O Detran arrecadando dia e noite. Nós temos que direcionar esse recurso do Detran hoje voltado pra melhorar a saúde do nosso estado.”

Ainda na discussão sobre a rede hospitalar, o pré-candidato insistiu na tese de que Porto Velho historicamente não teria assumido parte da responsabilidade pela assistência, e elogiou a iniciativa do prefeito Léo Moraes de “levantar a bandeira” de um hospital municipal, afirmando que isso deveria ter ocorrido há décadas. Ao mesmo tempo, defendeu que o Estado e os municípios atuam em níveis diferentes de complexidade e citou o Hospital Regional de Cacoal como referência em média e alta complexidade, dizendo que pretendia pactuar “leito de retaguarda” para retirar pacientes do corredor da unidade regional.

Em outra frente polêmica, Fúria atacou diretamente a privatização e ampliou as críticas à terceirização. Questionado sobre fortalecimento do funcionalismo, “pejotização” e privatização, respondeu com uma definição dura, afirmando que terceirizar ou privatizar seria sinal de incapacidade do gestor. No ar, ele declarou: “A privatização é um atestado de incompetência. (…) Eu te delego o poder de ser um governador, de ser um prefeito, e tu pega esse poder e delega aquilo que é sua obrigação pra iniciativa privada que você não dá conta de fazer? A iniciativa privada só faz se tiver dinheiro. Se ele dá conta de fazer, por que eu não dou conta?” Na sequência, ao tratar do “gargalo” que emperraria a máquina do Estado, afirmou que seria necessário “enxugar” a estrutura, citando muitos cargos comissionados e “muita terceirização”, classificando o serviço terceirizado como “muito caro” e dizendo não concordar com gastos nesse formato. Ao mesmo tempo, reconheceu haver contratações terceirizadas que considerou necessárias, citando profissionais de alta complexidade como exemplo de área em que concurso público não resolveria.

O prefeito também adotou linguagem de cobrança ao afirmar que o orçamento estadual seria suficiente para realizar ações, mas que o ponto central estaria na definição de prioridades. Ele disse que o orçamento de Rondônia seria de R$ 18 bilhões e criticou justificativas de falta de dinheiro, sustentando que o debate deveria ser “prioridade de governo”. Na parte final do programa, reiterou que sua principal bandeira administrativa é a saúde e que a gestão, caso eleita, buscaria apoio institucional para a agenda, citando Tribunal de Contas, Ministério Público, Tribunal de Justiça e Assembleia Legislativa como atores que, segundo ele, precisariam participar do esforço.

Ao falar do governador Marcos Rocha, Fúria oscilou entre crítica e reconhecimento. Ele afirmou que o governador teria atuado de maneira positiva em diversas áreas, mas que “pecou em outras” e chegou a atribuir nota “7”, dizendo que “passa de ano”. Ao mesmo tempo, declarou que Rocha não iria à reeleição e, em outro momento, disse que o governador o estaria apoiando e o trataria como “candidato dele”, mas reforçou que o João Paulo II seria um problema que ainda precisaria ser enfrentado. Sobre a atuação do Estado, citou iniciativas como a “sala vermelha” no João Paulo II, melhorias no Hospital de Base, a construção do hospital de Guajará-Mirim e repasses para Vilhena.

Durante a entrevista, Fúria também acionou discursos de comparação com outros agentes públicos e criticou o que chamou de candidaturas que “esquecem de combinar com o eleitor”. Em resposta sobre como se posicionaria diante de “grupos consolidados”, afirmou que a primeira etapa seria “fazer o dever de casa” e citou a reeleição em Cacoal, mencionando “quase 90%” e dizendo que pesquisas no município apontariam “90%”. Ao responder ouvinte sobre confiança, insistiu em “referência” como critério e orientou que as pessoas ligassem para o prefixo de Cacoal e perguntassem sobre sua gestão, repetindo a proposta de verificação pública de suas afirmações.

Em relação às articulações políticas, disse que mantém boa relação com o ex-governador Ivo Cassol e que ele deverá se posicionar quando houver definição do quadro eleitoral, afirmando inclusive que abriria mão da candidatura caso Cassol estivesse apto a disputar, por entender que ambos dividiriam a mesma base regional. Também declarou que aceitaria o prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro, do Podemos, como vice, indicando abertura para composições.

“Aceitaria. Eu tenho uma boa relação com ele. Eu não tenho dificuldade com o prefeito de Vilhena, não. Gente boa.”, anotou sobre o alcaide vilhenense.

Além das críticas à gestão e das comparações administrativas, Adaílton Fúria tratou a eleição de 2026 sobretudo como uma disputa que, segundo ele, dependeria de “referência” de gestão e demonstração prática de resultados. Ao longo da entrevista, afirmou que pretende levar para o debate eleitoral o conjunto de ações realizadas em Cacoal e sustentou que a campanha deverá expor o que cada postulante “colocar na mesa”, tendo a comparação de entregas como eixo da disputa.

No campo ideológico, disse se considerar um “prefeito de direita”, mas destacou que recebeu recursos de parlamentares de esquerda e que tratou isso com naturalidade, afirmando que não pretende levar disputas ideológicas para a gestão pública, sob o argumento de que o eleitor busca atendimento e serviços independentemente da origem política dos recursos. Também comentou a polarização, dizendo que parte da população não se interessa por política e que a eleição precisa considerar esse eleitorado, além de defender que a decisão será construída ao longo dos debates e da exposição de propostas.

No encerramento do bloco político, projetou a eleição como um “grande desafio” pessoal e afirmou que pretende concentrar o debate em prioridades administrativas, sobretudo na saúde, entendendo a disputa como etapa de um projeto de longo prazo em sua trajetória pública.

Somente no terço final do programa, o entrevistado concentrou trechos mais voltados a pormenores pessoais e de trajetória, incluindo relatos da infância e trabalhos anteriores. Ele disse ser nascido em Cacoal, em 1986, e que completaria 40 anos, relatando que, após a separação dos pais, morou em Porto Velho “de favor” na casa dos avós e que ajudava o avô vendendo polpa de cupuaçu de bicicleta, descrevendo endereço e rotina. Também afirmou que engraxou sapatos em Guajará-Mirim, trabalhou como garçom e técnico de antena, formou-se em Direito e que tem OAB, mas estaria “suspenso” por causa do cargo. Disse ainda que pagou a faculdade com renda de produção de eventos e listou a sequência de cargos: vereador, deputado estadual e prefeito reeleito.

No encerramento, além de pedir para ser seguido no Instagram, o pré-candidato concluiu com uma frase de efeito ao afirmar que Rondônia não teria “plano B”, apenas “plano A”, e definiu o “plano A” como “fazer dar certo”, dizendo que iria para dentro de hospitais, escolas e estradas. Também declarou que, aos 40 anos, enxerga um “grande futuro político pela frente” e sugeriu que o desafio de governar poderia projetá-lo, “um dia”, até a Presidência da República. 

FONTE: RONDÔNIA DINÂMICA

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PL será superpotência no Legislativo de Rondônia; Máximo e Mosquini são destaques da sigla em 2026; e Cassol tinha razão

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DITADURA CUBANA DE 67 ANOS VIVE SEUS ESTERTORES? CRISE É IMENSA SEM ENERGIA E SEM COMIDA

Juntos, Amazonas, Rondônia, Acre, Amapá e Roraima, cinco dos estados da região norte, têm em torno de 9 milhões de habitantes, até exagerando um pouco. Cuba é um país e tem em torno de 11 milhões de pessoas vivendo na pequena ilha. Pois esta gente toda, um pouco mais do que todos os moradores de cinco Estados brasileiros, ficou pela sexta vez em poucas semanas totalmente sem energia elétrica. Milhões de cubanos viveram outra vez o pânico de um total blackout.
A situação do povo cubano, que vive sob o tacão da ditadura comunista há exatos 67 anos, que serão completados neste dia 26 de março, é extremamente grave. Desde que o petróleo da Venezuela e do Irã deixou de chegar à ilha, pelo bloqueio norte-americano, a falta de energia, de gasolina e até de comida tem infernizado a vida dos cubanos, que clamam por liberdade.
Embora a mídia militante brasileira tente esconder a gravidade da situação, o próprio Presidente/ditador do país, Miguel Diaz Canel, herdeiro dos Castro já está anunciando negociações com os Estados Unidos. Embora ainda trate seu povo com mão de ferro, a ditadura cubana, ao que parece, começa a cair de podre.
Estudos com números nunca confirmados pela ditadura apontam que entre o início da Revolução Cubana e os anos 2020, pelo menos 9.250 opositores foram assassinados pelo regime, sem contar os 14 mil fuzilamentos, a maioria deles por ordem pessoal de Ernesto Che Guevara, aquele que a esquerda tornou símbolo de coragem e bondade, mas que matava inimigos desarmados e mandava executar gays, como a história comprovou. Por ironia do destino, foi preso na Bolívia e também sem defesa, como agia com os inimigos, ele foi sumariamente fuzilado.
Nas redes sociais, vídeos cuja procedência é suspeita, por não haver confirmação oficial, mostrariam vários grupos de cubanos protestando contra a falta de energia, de alimentos e pedindo liberdade.
O presidente Trump confirma as conversas e avisa que, tão logo resolva a questão do Irã, sua próxima pauta será Cuba. O novo comandante cubano confirma as conversações, mas não dá muitos detalhes sobre elas.
Um dos poucos países da América Latina ainda governados pelo socialismo e pelo comunismo (restam Colômbia, Brasil, México e Nicarágua entre os mais importantes) Cuba está pertinho dos Estados Unidos. Está muito próximo de acabar o terror da ditadura. É mais um país que pode passar a viver na liberdade, depois de quase 70 anos…

PL TERÁ OITO DEPUTADOS NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA E SE TORNA A MAIOR BANCADA DO PARLAMENTO

Dos 24 deputados estaduais, 14 formarão as duas maiores bancadas: a do PL, com oito membros e a do PRD, que já não será a maior, mas a segunda, com seis. O PL deu um salto no parlamento rondoniense. Saiu de apenas dois representantes (Jean Mendonça e Eyder Brasil) e se somaram outros seis, que assinaram ficha com o partido no sábado, todas abonadas pelo presidenciável Flávio Bolsonaro, pelo presidente nacional, Valdemar da Costa Neto e pelo presidente regional, Marcos Rogério, lançado em Ji-Paraná como o nome do partido ao Governo do Estado.
Aderiram ao PL dos Bolsonaro a jovem deputada Dra. Taíssa Sousa; o deputado Lucas Torres; o deputado Nim Barroso; Alan Queiróz, Luizinho Goebel e Ezequiel Neiva. A festa do PL em Ji-Paraná serviu para que os parlamentares, que até há pouco estavam ao lado do governador Marcos Rocha, aproveitassem a janela de março para ingressar no partido do hoje principal adversário do Palácio Rio Madeira/CPA, o senador Marcos Rogério. Com as trocas, o União Brasil, que antes tinha a maior bancada, fica restrito a alguns poucos parlamentares, cinco no total.
Agora, como fica o apoio ao Governo de Rondônia? Na Assembleia, 22 dos 24 parlamentares formavam a base de apoio ao Palácio Rio Madeira/CPA. Agora, oito dos que estavam neste time, trocaram de lado. Ou seja, um terço do parlamento e mais os dois que já eram de oposição mais radical, se tornaram teoricamente opositores, já que apoiarão a Marcos Rogério ao Governo. Na reta final do seu mandato, embora ainda mantenha maioria na ALE, o governador Marcos Rocha enfrentará uma nova e complexa situação no parlamento estadual.

FERNANDO MÁXIMO E LÚCIO MOSQUINI ADEREM AO PL E SE TORNAM DESTAQUES PARA A ELEIÇÃO DE OUTUBRO

Outras ocorrências importantes no encontro estadual do PL foram as adesões do deputado federal Fernando Máximo, até agora no União Brasil e que se tornou o principal nome para a disputa pelo Senado, pela sigla e do ex-presidente regional do MDB, o deputado federal Lúcio Mosquini, que agora, no PL buscará mais um mandato na Câmara Federal, o quarto na sua trajetória.
A adesão de Máximo ao PL já estava desenhada há bastante tempo. O parlamentar com maior votação no Estado na última eleição, chegou a ser cogitado para disputar o Governo. Em várias pesquisas feitas antes de que elas devessem ser registradas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ele aparecia em primeiro lugar tanto para o Governo quanto ao Senado. Agora, o parlamentar concorre ao Senado. A outra vaga ao PL foi oficializada para o ji-paranaense Bruno Scheid, escolhido pessoalmente pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Já Lúcio Mosquini ingressa num partido que, segundo ele, se coaduna com o que ele, como parlamentar, defende com unhas e dentes, como a defesa da produção rural e o combate aos exageros praticados contra o agronegócio, em nome da defesa ambiental.
Outro nome já confirmado na nominata do PL para a Câmara Federal é o da vereadora Sofia Andrade, bolsonarista de primeira hora e que foi muito valorizada em Ji-Paraná, principalmente pelo presidenciável Flávio Bolsonaro. O mesmo, aliás, aconteceu com Mosquini, cuja adesão ao partido teve apoio de lideranças nacionais e regionais presentes ao evento.

CÁSSIO GÓIS, PARCEIRO DE FÚRIA, CONSEGUIU 5 MILHÕES EM EMENDAS PARA EQUIPAMENTOS DO NOVO HOSPITAL

Há, no sucesso da administração do prefeito Fúria, em Cacoal, uma série de parcerias. Mas uma delas é muito especial: a do deputado estadual Cássio Góis. Ele foi o vice-prefeito de Fúria no primeiro mandato e agora, na Assembleia Legislativa, tem destinado inúmeras emendas para praticamente todos os setores de atividades do seu município.
Uma das mais importantes contribuições do parlamentar se consolidou na semana passada, quando da inauguração do novo e moderno Hospital Municipal. Inaugurado com pompa, muitas autoridades e participação da comunidade, o novo hospital, com 50 leitos, pode atender até 800 pessoas diariamente.
A participação de Góis foi vital. Com duas emendas dele, cada uma de 2 milhões e 500 mil reais, ou seja, totalizando 5 milhões de reais, foram comprados muitos dos modernos equipamentos, móveis e utensílios necessários para que o novo HMC passasse a funcionar. Já no primeiro dia de funcionamento, centenas de atendimentos foram realizados.
Neste ano, Fúria é candidatíssimo ao Governo de Rondônia e a luta de Cássio Góis será por mais um mandato da Assembleia Legislativa. Caso a dupla atinja seus objetivos, é muito provável que o competente parlamentar faça parte da futura equipe do atual Prefeito. Por enquanto tudo é só projeto e sonho, mas ambos absolutamente viáveis.

OS AMBIENTALISTAS IDIOTAS IMPEDIRAM QUE O CASO DOS BÚFALOS FOSSE RESOLVIDO. AGORA, VÃO MATAR 500 ANIMAIS

Ivo Cassol deveria processar os energúmenos que, há mais de 20 anos, quase o crucificaram, quando ele sugeriu a caça esportiva dos búfalos que, já naquela época, destruíam vastas áreas do Vale do Guaporé, a partir da Fazenda Pau D´Óleo. Os animais, naquele ano entre 500 e 700, sem predadores, atacavam, destruíam e impediam a chegada de qualquer pessoa naquela área.
Hoje, são mais de cinco mil búfalos, que se reproduziram à solta, porque seu único predador é o leão. Só agora o ICMBio, aquela excrescência ambiental criada pelos governos socialistas, descobriu a pólvora. E anuncia que vai matar pelo menos dez por cento, ou seja, 500 dos animais, num projeto que pode se tornar maior e eliminar a quase todos.
A ideia de Cassol, quando Governador, era visionária e de fácil compreensão. Sugeria atrair caçadores de todo o país e do mundo, o que traria grana para o Estado, para a caça aos búfalos. A carne dos animais seria distribuída nas escolas públicas do Estado. Ele só não foi fuzilado literalmente, mas a gritaria dos ecoterroristas foi tão grande que a ideia foi abandonada.
Hoje, mais de duas décadas depois, mais uma vez se provou que Cassol estava certo. E agora, aqueles que protestaram contra a ideia criativa, vão matar os animais. Mais de 500. E terão que matar muito mais. Se não tivessem sido burros, obtusos e cegos pela ideologia, o caso dos búfalos da Fazenda Pau D´Óleo já estaria resolvido há muito tempo.
Fica uma pergunta: para onde vai a carne e o couro dos animais? Isso tem que ser muito bem explicado!

VOO SÃO PAULO/LISBOA: 5.409 REAIS. VOO CUIABÁ/CACOAL: 9.406 REAIS. É UMA VERGONHA CONTRA OS RONDONIENSES

Uma passagem aérea São Paulo/Lisboa, numa distância de 7.954 quilômetros custam hoje, ida e volta, 5.409 reais. É um voo que sobrevoa o Atlântico e demora cerca de seis horas e meia. Já um voo de 963 quilômetros, com aproximadamente 65 minutos, entre Cuiabá e Cacoal, custará, a partir de abril próximo, exatos 9.406,48 reais, pela empresa Azul. Quase o dobro da tarifa de um longo voo para a Europa.
Outro exemplo: um voo entre Nova York, nos Estados Unidos, saindo do aeroporto de La Guardia, com duração aproximada de 7 horas e 20 minutos no trajeto, com 5.891 quilômetros, custa hoje, com a utilização de aeronaves entre as maiores e mais modernas do mundo, a módica quantia de 2.211 reais. Quem achar absurdo, basta pesquisar alguns minutos na internet.
Agora, um voo dos novos, programados para começarem a ampliar nossas opções na malha aérea tão deficiente que temos, saindo de Cuiabá e indo até Ji-Paraná, algo em torno de 1.070 quilômetros, vamos pagar nada menos do que 8.660 reais. Ou seja, voar indo e vindo entre duas das maiores e mais importantes cidades do mundo, custa quase quatro vezes menos do que se pagará para andar pelos ares do Brasil numa distância muito menor.
O Instituto Escudo Coletivo, liderado, entre outras personalidades, pelo advogado Gabriel Tomasete, defensor dos direitos do consumidor, está protestando contra os preços abusivos. O caso pode acabar na Justiça de Rondônia, que já decidiu, em situações anteriores, que as empresas aéreas devem ter preços compatíveis com outras regiões próximas.
Da ANAC que deveria controlar estes abusos, nem uma só palavra em favor dos rondonienses espoliados.

GOVERNO COMEMORA A RODOVIA DO BOI E SUA IMPORTÂNCIA E ANUNCIA MAIS OBRAS EM RODOVIAS

Antes o inferno do barro no inverno e o da poeira no verão. Agora, uma rodovia de alta qualidade, com 84 quilômetros asfaltados, que se consolida como um dos principais corredores logísticos da agropecuária rondoniense, na região do Cone Sul. Antes, caminhões atolados e prejuízos na produção que se perdiam pelo caminho ou chegava mais cara até o consumidor devido aos gastos no trajeto. Hoje, uma nova história.
O governador Marcos Rocha resume a importância da TransRondônia, popularmente chamada de Rodovia do Boi: ’não foi simplesmente passar uma camada de asfalto no chão de barro”. O serviço, iniciado em abril de 2022 e concluído em agosto de 2025, envolveu drenagem, terraplanagem, pontes, passagens de fauna e uma camada reforçada de asfalto, 10 centímetros de espessura, o dobro do que geralmente tem uma estrada, para aguentar trânsito pesado E um investimento enorme: mais de 313 milhões de reais.
Destacam-se, além da Rodovia do Boi, entre Corumbiara e o Trevo da Pedra, com duas pontes de concreto consideradas estratégicas, também a construção de pontes sobre os rios Omerê e Cabreúva; a recuperação de 46 quilômetros, com serviços de encascalhamento, patrolamento e levantamento do solo na R) 443, em Vilhena. Há ainda, neste pacote, a RO 391, em Chupinguaia, com a construção de uma ponte de concreto sobre o rio Canário.
Outras obras importantes: na RO-495, entre Chupinguaia, com a Construção de ponte mista sobre o Rio Pimenta Bueno. Numa extensão de 95 metros). E, ainda, na mesma 391 melhorias de 57 quilômetros para garantir o tráfego e segurança no escoamento da produção.
Muitas outras obras em rodovias no Estado ainda estão sendo executadas ou em planejamento.

NOVOS 31 RADARES NA BR, ENTRE A CAPITAL E VILHENA: INDÚSTRIA DA MULTA OU VAI MESMO É SALVAR MUITAS VIDAS?

Merece críticas ou aplausos? A instalação de nada menos do que 31 novos radares na BR 364, nos 700 quilômetros entre Porto Velho e Vilhena tem merecido reclamações de muitos motoristas e de parlamentares, que consideram a implantação como uma espécie de “indústria da multa”. Contudo, há os defensores da iniciativa, porque quando os veículos evitam andar em velocidades acima do permitido, muitas vidas poderão ser poupadas.
Do total de acidentes fatais na famigerada rodovia rondoniense, conhecida por tantas mortes no trânsito, mais de 90 por cento, segundo dados do Dnit, ocorrem por falha humana. Neste pacote, a imensa maioria das colisões e mortes é causada por excesso de velocidade e ultrapassagens em locais não permitidos.
Na última estatística oficial, do ano de 2004, se registrou que nada menos do que 175 pessoas morreram em acidentes na famigerada rodovia, a grande maioria no trecho entre a Capital e o extremo sul do Estado. Com a implantação de tantos radares, a expectativa é de que o número de mortos e feridos comece a diminuir.
Os radares foram instalados em trechos urbanos e rurais dos municípios de Porto Velho, Ariquemes, Jaru, Ouro Preto do Oeste, Cacoal e Pimenta Bueno.
O dinheiro arrecadado será gerido pela Polícia Rodoviária Federal e será destinado a ações de sinalização, engenharia de tráfego, policiamento e campanhas educativas, conforme o Código de Trânsito Brasileiro. Nada vai para o Consórcio que venceu o processo de privatização da BR.

LULA COM SÉRIOS PROBLEMAS PODE NÃO CONCORRER? SE NÃO O FIZER, PT FICA SEM NENHUM LÍDER

Cada vez menos popular entre grande parcela dos brasileiros, o presidente Lula parece que não governa mais. E que não tem assessoria. Cada vez que abre a boca, sai uma nova besteira. Que soa, aos ouvidos do povão, como heresia ou falta de orientação mental. Lula já prometeu picanha, quando candidato e, claro, nunca cumpriu. Depois disse que quem não pode comer picanha, que coma abóbora. Depois de uma sucessão de asneiras, disse agora que quem acha cara a gasolina, devia caminhar um pouco. Cada vez pior!
Seus ataques irônicos aos Estados Unidos e decisões como as de não dar aval para que um representante do presidente Trump visitasse o doente Jair Bolsonaro na prisão, exigindo que os americanos deem visto a um ministro do governo de quem querem distância, foi um destes atos de desequilíbrio.
Além disso, petistas aliados têm feito muito mal ao governo, como, por exemplo, fazendo publicações nas redes sociais pedindo pela morte de Bolsonaro, coisa que o brasileiro comum detesta. A amizade do governo (e não do povo) com governos ditatoriais, como os da Venezuela, Cuba, Irã e outros, demonstram ainda que estamos indo na contramão do mundo, com uma ideologia ultrapassada e retrógrada.
Lula e seu governo vivem os piores momentos do petismo das últimas duas décadas. A tal ponto de que já surgem conversas de bastidores de que ele não concorreria a mais um mandato. Se isso for verdade, adeus PT, partido que só tem um líder: ele mesmo.

PERGUNTINHA

Você já assistiu algum vídeo ou viu entrevista do candidato à Presidência , o ex-ministro Aldo Rebelo, denunciando que a Amazônia tem os piores índices do país e que temos aqui, entre outras tragédias, a maior taxa de mortalidade infantil; os maiores índices de analfabetismo; os piores índices de doenças infectocontagiosas e também os mais baixos registros de saneamento básico?

Fonte: Portal Jipa

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