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Veja dicas para esquentar o sexo virtual na quarentena

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Veja dicas para esquentar o sexo virtual na quarentena
O distanciamento social causado pela pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) interferiu diretamente da vida sexual de muita gente. Casais separados ou solteiros carentes têm recorrido ao sexting, ou mais popularmente conhecido “mandar nudes”.
Os nudes na quarentena tem sido uma alternativa para a época de sexo virtual, mas é necessário ter alguns cuidados. De acordo com a terapeuta de casais, Ivana Cabral, antes de enviar uma foto íntima para uma pessoa, tenha certeza que ela é de confiança.
“Enviar nudes exige um grau de intimidade e confiança com o parceiro. Apesar de ser uma atividade recorrente, a internet ainda não é um canal seguro. Tenha certeza de que essa exposição não será algo que irá ferir seus princípios e que você está totalmente confortável com isso. Não faça apenas para agradar o seu parceiro”, indica.
Mulheres que são adeptas do sexting dão algumas dicas sobre como tornar o processo mais seguro. Confira abaixo:

Aposte no anonimato

Apesar da confiança para quem você envia essas imagens, todo o cuidado é pouco. É importante evitar que a foto contenha qualquer elemento que possa ser relacionado a quem está nela. Portanto, a dica é não deixar que o rosto apareça nas fotos.
Outra forma de não ser identificada(o) é omitir tatuagens e marcas de nascença. “Tampo a cara e tiro em um fundo neutro que não mostre nada que possa ser ligado a mim”, afirma uma leitora em entrevista ao Delas, anonimamente.
Segundo o “Guia Sensual de Segurança Digital“, criado pela Coding Rights, “você nunca saberá os limites da síndrome de detetive de alguém” e, portanto, é importante prestar atenção em outros detalhes. É indicado que os metadados da imagem – dados de localização e horário que ficam gravados no arquivo – sejam apagados, o que pode ser feito usando alguns aplicativos gratuitos disponíveis no mercado.

Use aplicativos seguros

Uma das grandes preocupações na hora de mandar fotos sensuais é a da pessoa que a recebe salvá-las e repassá-las. Por isso, a maior parte das mulheres envia as imagens em aplicativos em que as fotos se autodestroem após algum tempo. Alguns deles, inclusive, avisam os usuários quando alguém faz uma cópia do material.
No entanto, o Guia não recomenda nenhum meio que seja vinculado a seu número de telefone (Snapchat, SMS, WhatsApp, Facebook, entre outros). Os mais seguros são aqueles aplicativos criptografados por inteiro, como o Wickr e o Confide.

Guarde tudo a sete chaves

O cuidado precisa se estender após enviar as fotos. Existem alguns métodos populares para evitar o ataque hacker ou de olhos curiosos. Aplicativos com senha podem ser uma boa saída. Alguns permitem até a criação de uma senha falsa que, quando utilizada, não exibe o conteúdo real armazenado.
“Guardo as fotos em uma pasta zipada e com senha no computador, não deixo nada no celular”, comenta uma leitora. O guia alerta ainda para a importância de criar senhas elaboradas que nunca devem cair nem nas mãos de pessoas consideradas confiáveis.

Use a tecnologia a seu favor

Saindo das recomendações de cuidado, essa é uma dica para melhorar a produção dos nudes na quarentena. Para chamar atenção, aposte na criatividade. “Existem aplicativos de fotos, de vídeos e até chats on-line. Use a imaginação!”, comenta a terapeuta.
IG-Delas

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Polícia Civil através da Delegacia de homicídios de Ji-Paraná já sabe quem, e porque Thiago foi morto à tiros no último domingo (05)

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A Polícia Civil já identificou o principal suspeito do homicídio ocorrido na Rua Rio Tapajós e informou que as investigações estão em fase bastante avançada. As informações foram divulgadas pelo delegado Flaviano José, responsável pelo caso.

De acordo com o delegado, a vítima, que era usuária de drogas, passou por diversas residências da região pedindo dinheiro. Ao chegar à casa onde estava o suspeito, teria solicitado R$ 5 reias de maneira agressiva, o que deu início a um desentendimento.

Ainda segundo a investigação, o irmão do suspeito teria incentivado uma reação. Em seguida, o investigado pegou uma motocicleta, dobrou a placa do veículo para dificultar sua identificação e saiu à procura da vítima. Ao encontrá-la, efetuou diversos disparos de arma de fogo e, logo depois, retornou para casa tentando agir como se nada tivesse acontecido.

As equipes da Delegacia de Homicídios, com apoio do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil, iniciaram diligências e conseguiram identificar a motocicleta utilizada na ação. A partir desse trabalho, os investigadores chegaram ao principal suspeito.

O delegado Flaviano José informou que o investigado já foi formalmente cientificado de que responderá pelo crime de homicídio. No entanto, a prisão ainda não foi realizada porque a Polícia Civil aguarda a conclusão de alguns elementos da investigação para encaminhar o relatório ao Poder Judiciário e solicitar a expedição do mandado de prisão.

A arma utilizada no crime ainda não foi localizada. Conforme o delegado, o suspeito alegou que teria levado o armamento para a casa da mãe, porém o objeto não foi encontrado durante as diligências.

A Polícia Civil segue com as investigações para concluir o inquérito e reunir todas as provas que subsidiarão a responsabilização criminal do suspeito.

Reportagem: Jean Lemos Rondônia Atual

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