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‘Barbie do CV’ é presa com 11 quilos de maconha na BR-364 no Acre

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Verena é acreana e foi buscar a droga no estado de Mato Grosso a mando de uma organização criminosa. A droga apreendida deu um prejuízo de aproximadamente R$ 45 mil a facção.

Um trabalho de investigação dos policiais civis da Delegacia de Combate ao Narcotráfico (DENARC) resultou na prisão de Verena Santos Lima, 22 anos, e na apreensão de 11 kg de maconha na manhã desta sexta-feira (15). A prisão aconteceu na BR-364, nas proximidades da Cidade do Povo, em Rio Branco. A apresentação do entorpecente aconteceu em coletiva na Delegacia Especializada em Investigações Criminais (DEIC) no bairro Cadeia Velha.
De acordo com o delegado coordenador da DENARC, Karlesso Nespoli, a polícia recebeu uma denúncia anônima de uma mulher, que trabalha como mula do tráfico, (quem transporta substância entorpecente para organizações criminosas mediante o pagamento) estaria em um táxi transitando na BR-364. O táxi foi abordado pelos agentes da Denarc e em uma revista no carro, foi encontrado na bagagem da mulher os 11 kg de maconha. O Taxista que estava vindo de Cuiabá (MT) e informou ao delegado que não sabia que Verena transportava o entorpecente, que a pegou em Mato Grosso como uma cliente qualquer.
“Foi mais um trabalho brilhante dos investigadores da DENARC, que vem agindo dia e noite pra fazer essas apreensões e investigar os criminosos que tem trazido drogas para o nosso estado. Recebemos as informações e conseguimos identificar a pessoa que vinha com essa droga. Uma jovem que estava no táxi e após abordagem encontramos o entorpecente em sua bolsa. Ela será autuada em flagrante pelo crime de tráfico de drogas majorado por envolvimento de outro estado da federação e agora está a disposição da justiça”, concluiu Karlesso Nepoli.
Diante do fatos foi dada voz de prisão e a mula do tráfico, que é membra de uma organização criminosa, foi encaminhada à Delegacia especializada e está a disposição da justiça.
Segundo o delegado, Verena é acreana e foi buscar a droga no estado de Mato Grosso a mando de uma organização criminosa. A droga apreendida deu um prejuízo de aproximadamente R$ 45 mil a facção.
Fonte: Ac24Horas 

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Polícia Civil através da Delegacia de homicídios de Ji-Paraná já sabe quem, e porque Thiago foi morto à tiros no último domingo (05)

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A Polícia Civil já identificou o principal suspeito do homicídio ocorrido na Rua Rio Tapajós e informou que as investigações estão em fase bastante avançada. As informações foram divulgadas pelo delegado Flaviano José, responsável pelo caso.

De acordo com o delegado, a vítima, que era usuária de drogas, passou por diversas residências da região pedindo dinheiro. Ao chegar à casa onde estava o suspeito, teria solicitado R$ 5 reias de maneira agressiva, o que deu início a um desentendimento.

Ainda segundo a investigação, o irmão do suspeito teria incentivado uma reação. Em seguida, o investigado pegou uma motocicleta, dobrou a placa do veículo para dificultar sua identificação e saiu à procura da vítima. Ao encontrá-la, efetuou diversos disparos de arma de fogo e, logo depois, retornou para casa tentando agir como se nada tivesse acontecido.

As equipes da Delegacia de Homicídios, com apoio do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil, iniciaram diligências e conseguiram identificar a motocicleta utilizada na ação. A partir desse trabalho, os investigadores chegaram ao principal suspeito.

O delegado Flaviano José informou que o investigado já foi formalmente cientificado de que responderá pelo crime de homicídio. No entanto, a prisão ainda não foi realizada porque a Polícia Civil aguarda a conclusão de alguns elementos da investigação para encaminhar o relatório ao Poder Judiciário e solicitar a expedição do mandado de prisão.

A arma utilizada no crime ainda não foi localizada. Conforme o delegado, o suspeito alegou que teria levado o armamento para a casa da mãe, porém o objeto não foi encontrado durante as diligências.

A Polícia Civil segue com as investigações para concluir o inquérito e reunir todas as provas que subsidiarão a responsabilização criminal do suspeito.

Reportagem: Jean Lemos Rondônia Atual

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