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Exército inicia segunda fase da Operação Verde Brasil 2 na Ponta do Abunã

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Exército inicia segunda fase da Operação Verde Brasil 2 na Ponta do Abunã
A 17ª Brigada de Infantaria de Selva iniciou na manhã de quarta-feira (27) a segunda fase da Operação Verde Brasil 2, com o objetivo de combater o desmatamento e extração ilegal de madeira em áreas de conservação ambiental, na região de Extrema e Nova Califórnia, distritos de Porto Velho. O RONDONIAGORA acompanhou parte das ações.

Em Extrema, duas madeireiras tiveram as portas fechadas por indícios de irregularidades. Outras três também foram fechadas em Nova Califórnia.
Participaram da ação mais de 330 homens do Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, Força Nacional de Segurança Pública, Polícia Militar Ambiental, além de cerca de 150 agentes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Funai, Ibama, ICMBio e Sedam.
Durante as fiscalizações foram encontrados vários tipos de madeiras como roxim, ibira e jatobá. Há indícios de que essas toras foram retiradas ilegalmente da terra indígena Kaxarari, que fica a 30 km da região de Extrema.
De acordo com o coordenador da operação Verde Brasil 2, major Vinicius Vasconcelos, a operação na região foi deflagrada por haver indícios de que as madeireiras estariam fazendo retiradas de madeiras de forma ilegal, nas proximidades da terra indígena Kaxarari. “Tudo isso está sendo averiguado pela Polícia Federal e Polícia Militar Ambiental”, explicou. 
Veja a galeria de imagens:

Para comandante da 17ª Brigada, general Luciano Batista de Lima, essa operação está tendo bastante êxito em Rondônia, Acre e no sul do Amazonas. “Nossa operação de hoje, talvez seja a segunda maior dentro da Operação Verde Brasil. Na região da Ponta do Abunã temos grandes áreas de desmatamento nas proximidades da terra indígena Kaxarari, o que justifica a operação que está dentro do decreto de Garantia da Lei e da Ordem, que começou no dia 11 de maio”, esclareceu.

Segundo o coordenador do Batalhão de Polícia Ambiental, major Glauber Solto, no primeiro momento da operação, é realizado um levantamento de pátio, onde é verificado o saldo das madeireiras e tudo aquilo que esteja licenciado para que estejam no local, sejam elas madeira em tora ou serradas. “Nossa equipe faz uma conferência contábil, onde verificamos o que tem em metros cúbicos de madeira e conferimos aquilo que tem licenciado. Tudo que está irregular gera medidas administrativas, que vai desde a apreensão da madeira, alto de infração e aplicação de multas.
Também existe possibilidade de encontramos madeiras que tem o corte proibido, como por exemplo, a castanheira”, disse.
O coordenador ressalta ainda, que está previsto um desdobramento da ação na região com a Operação ILEIA, onde será feita uma fiscalização dentro da mata. “Primeiro nossa equipe faz um levantamento prévio dos locais através de um satélite, onde estão ocorrendo crimes de desmatamento.
Com isso, nós vamos até esses locais, fazemos a verificação e aplicamos as medidas administrativas como embargo de área, aplicação de multas, e entre outras medidas, caso seja necessário”, ressaltou.
O superintendente regional da Polícia Federal (PF) em Rondônia, Caio Rodrigo Pellim, detalhou a ação do órgão no combate ao desmatamento. “Além de apoiar de forma ostensiva, nós trabalhamos com a investigação em campo, fazendo a oitiva de pessoas que estão nos locais investigados e verificação da madeira como um todo. Em razão dos alertas de desmatamento próximo a terra indígena Kaxarari, nós selecionamos algumas madeireiras que estariam atuando de maneira irregular. Foi constatado em pesquisa no Documento de Origem Florestal (DOF), pela Polícia Federal, Sedam e Ibama, indícios de irregularidades”, diz.
Desde o início da Operação Verde Brasil 2, nos Estados do Rondônia, Acre e sul do Amazonas, foram confiscados mais de 4 mil metros cúbicos de madeira, aplicadas multas que somadas ultrapassam 11 milhões, além de 17 motosserras e 16 armas de fogo.

A segunda fase da Operação Verde Brasil 2, segue até o fim do prazo estabelecido pelo decreto do presidente Jair Bolsonaro em vigor desde o dia 6 de maio deste ano.
DA REDAÇÃO

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Polícia Civil através da Delegacia de homicídios de Ji-Paraná já sabe quem, e porque Thiago foi morto à tiros no último domingo (05)

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A Polícia Civil já identificou o principal suspeito do homicídio ocorrido na Rua Rio Tapajós e informou que as investigações estão em fase bastante avançada. As informações foram divulgadas pelo delegado Flaviano José, responsável pelo caso.

De acordo com o delegado, a vítima, que era usuária de drogas, passou por diversas residências da região pedindo dinheiro. Ao chegar à casa onde estava o suspeito, teria solicitado R$ 5 reias de maneira agressiva, o que deu início a um desentendimento.

Ainda segundo a investigação, o irmão do suspeito teria incentivado uma reação. Em seguida, o investigado pegou uma motocicleta, dobrou a placa do veículo para dificultar sua identificação e saiu à procura da vítima. Ao encontrá-la, efetuou diversos disparos de arma de fogo e, logo depois, retornou para casa tentando agir como se nada tivesse acontecido.

As equipes da Delegacia de Homicídios, com apoio do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil, iniciaram diligências e conseguiram identificar a motocicleta utilizada na ação. A partir desse trabalho, os investigadores chegaram ao principal suspeito.

O delegado Flaviano José informou que o investigado já foi formalmente cientificado de que responderá pelo crime de homicídio. No entanto, a prisão ainda não foi realizada porque a Polícia Civil aguarda a conclusão de alguns elementos da investigação para encaminhar o relatório ao Poder Judiciário e solicitar a expedição do mandado de prisão.

A arma utilizada no crime ainda não foi localizada. Conforme o delegado, o suspeito alegou que teria levado o armamento para a casa da mãe, porém o objeto não foi encontrado durante as diligências.

A Polícia Civil segue com as investigações para concluir o inquérito e reunir todas as provas que subsidiarão a responsabilização criminal do suspeito.

Reportagem: Jean Lemos Rondônia Atual

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