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‘Cuba é a próxima’, diz Trump em nova ameaça, ao exaltar campanhas militares dos EUA

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Republicano fez declarações durante evento em Miami, reduto de comunidade cubana de oposição ao regime castrista. Ele não especificou que atitude pretende tomar em relação à ilha.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, em 27 de março de 2026 — Foto: REUTERS/Elizabeth Frantz
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (27) que “Cuba é a próxima” durante um discurso em um fórum de investimentos em Miami, no qual exaltou os sucessos da ação militar dos EUA na Venezuela e no Irã.
Embora o presidente não tenha especificado o que pretende fazer com a ilha, ele frequentemente afirma que o governo em Havana, enfrentando uma grave crise econômica, está à beira do colapso.
O republicano discursou a investidores em Miami, reduto da comunidade cubana de oposição ao regime castrista nos EUA.
 
Nas últimas semanas, sua administração iniciou negociações com membros da liderança cubana, enquanto o próprio Trump insinuou que uma ação militar poderia ser possível. 
“Eu construí este grande Exército. Eu disse: ‘Vocês nunca precisarão usá-lo’. Mas às vezes é preciso usá-lo. E Cuba é a próxima, aliás”, disse Trump, ao discursar para investidores em Miami. “Mas finjam que eu não disse isso. Finjam que eu não disse.”
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, reconheceu que o país está em negociações com os EUA numa tentativa de evitar um possível confronto militar. A economia cubana foi duramente afetada pelas interrupções nas importações de petróleo, das quais depende para operar usinas de energia e o sistema de transportes.
 
Antes da operação dos EUA para capturar o então líder venezuelano Nicolás Maduro, em janeiro, a Venezuela fornecia grande parte do petróleo consumido por Cuba, mas o novo governo de Caracas, sob pressão de Washington, interrompeu esses envios.
No início de março, Trump havia dito que Cuba poderia ser alvo de uma “tomada amigável”. Ele acrescentou, no entanto: “pode não ser uma tomada amigável”.
Fonte: G1

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AGRICULTURA

Preço do café tem alta impulsionada por colheita atrasada no Brasil

Cotações do algodão e do suco de laranja também subiram em Nova York nesta segunda (20)

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O preço do café fechou o pregão em alta nesta segunda-feira (20/7) na bolsa de Nova York. Os lotes com entrega para setembro de 2026 avançaram 1%, cotados a US$ 3,2350 a libra-peso.

O atraso na colheita da safra brasileira segue sendo o maior fator de impulso da cotação. Na sexta-feira (17/7), a consultoria Safras & Mercado informou que 64% da área já foi colhida, abaixo dos 77% registrados na safra anterior.

Cacau

Já o cacau segue em queda. Os contratos da amêndoa com vencimento em setembro de 2026 fecharam em baixa de 0,47%, cotados a US$ 5.507 a tonelada.

Suco de laranja

Os contratos de suco de laranja concentrado e congelado fecharam em forte alta. Os papéis mais negociados, com vencimento em setembro de 2026, estão cotados a US$ 1,4690 a libra-peso, com avanço de 6,30%.

Açúcar

O açúcar encerrou o dia em leve baixa na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em outubro de 2026 caíram 0,13%, negociados a US$ 14,81 a libra-peso.

Algodão

Por fim, o algodão fechou em leve alta. Os papéis da pluma com entrega para dezembro de 2026 recuaram 0,53%, cotados a 79,05 centavos de dólar por libra-peso.

Fonte: Globo Rural

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