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Papa nomeia padre de Porto Velho para ser bispo de Humaitá, no Amazona

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Nomeação foi feita nesta quarta-feira (12). Padre Antônio Fontinele vai assumir o posto de dom Franz Josef Meinrad Merkel, que pediu renúncia por motivo de idade.
O padre Antônio Fontinele de Melo, da catedral Sagrado Coração de Jesus em Porto Velho, vai ser o novo bispo emérito da diocese de Humaitá (AM). A nomeação foi feita pelo Papa Francisco nesta quarta-feira (12).
Em Humaitá, Antônio Fontinele vai assumir o posto de dom Franz Josef Meinrad Merkel, que pediu renúncia por motivos de idade [75 anos].
“Com a decisão do Papa, como dom Francisco Merkel [como é conhecido] torna-se agora bispo emérito. O procedimento está previsto no Código de Direito Canônico e define que ‘ao bispo diocesano que tiver completado 75 anos de idade, é solicitado apresentar a renúncia do ofício ao Sumo Pontífice que, ponderando todas as circunstâncias, tomará providências’. O bispo emérito fica, então, desobrigado das funções concernentes ao governo de sua diocese, mas permanece no exercício de seu ministério durante toda a vida”, diz a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em nota.
Segundo a CNBB, Antônio Fontinele, o novo bispo de Humaitá, tem 52 anos e, até então, era presbítero na catedral Sagrado Coração de Jesus e ecônomo na arquidiocese de Porto Velho, desde 2011.
Em entrevista à rádio CBN, Antônio Fontinele falou sobre a nomeação que recebeu do Papa Francisco para uma nova missão.
“É uma mudança que eu não esperava. Eu me preparei para ser padre, exercer esse mistério junto ao povo da arquidiocese de Porto Velho. E de repente agora fui chamado para uma nova missão, não mais só como padre, mas como bispo da diocese de Humaitá. É um desafio, mas estou muito feliz”, disse.

Quem é Antônio Fontinele?

O padre Antônio Fontinele de Melo nasceu em 9 de maio de 1968, em Camocim (CE). De 1992 a 1998 ele fez sua formação em Filosofia e Teologia, no seminário São João XXIII, em Porto Velho.
Depois, Antônio licenciou-se em Filosofia pela Universidade Católica de Brasília (UCB), em 2001, e na sequência tornou-se bacharel em Teologia pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (MG), em 2003.
Segundo a CNBB, o padre também se especializou em Metodologia do Ensino Superior, na Universidade Federal de Rondônia, em 2003, e em Sagradas Escrituras pelo Centro Universitário Claretiano, em 2015.
Foi ordenado diácono em 21 de novembro de 1998 e, como presbítero, em 18 de setembro de 1999. Como padre, exerceu diversos serviços na arquidiocese da capital de Rondônia, incluindo sendo pároco da paróquia São Cristovão, de 1999 a 2013, reitor da casa vocacional Dom Hélder Câmara, de 1998 a 2004, e coordenador de pastoral, de 2005 a 2010.
“No regional Noroeste da CNBB, que compreende o Acre, o sul do Amazonas e Rondônia, coordenou a Comissão Regional Noroeste de presbíteros de 2002 a 2005 e foi assessor das Comunidades Eclesiais de Base do Regional Noroeste de 2009 a 2012”, afirma a CNBB.
Fonte: G1 – RO

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Polícia Civil através da Delegacia de homicídios de Ji-Paraná já sabe quem, e porque Thiago foi morto à tiros no último domingo (05)

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A Polícia Civil já identificou o principal suspeito do homicídio ocorrido na Rua Rio Tapajós e informou que as investigações estão em fase bastante avançada. As informações foram divulgadas pelo delegado Flaviano José, responsável pelo caso.

De acordo com o delegado, a vítima, que era usuária de drogas, passou por diversas residências da região pedindo dinheiro. Ao chegar à casa onde estava o suspeito, teria solicitado R$ 5 reias de maneira agressiva, o que deu início a um desentendimento.

Ainda segundo a investigação, o irmão do suspeito teria incentivado uma reação. Em seguida, o investigado pegou uma motocicleta, dobrou a placa do veículo para dificultar sua identificação e saiu à procura da vítima. Ao encontrá-la, efetuou diversos disparos de arma de fogo e, logo depois, retornou para casa tentando agir como se nada tivesse acontecido.

As equipes da Delegacia de Homicídios, com apoio do Núcleo de Inteligência da Polícia Civil, iniciaram diligências e conseguiram identificar a motocicleta utilizada na ação. A partir desse trabalho, os investigadores chegaram ao principal suspeito.

O delegado Flaviano José informou que o investigado já foi formalmente cientificado de que responderá pelo crime de homicídio. No entanto, a prisão ainda não foi realizada porque a Polícia Civil aguarda a conclusão de alguns elementos da investigação para encaminhar o relatório ao Poder Judiciário e solicitar a expedição do mandado de prisão.

A arma utilizada no crime ainda não foi localizada. Conforme o delegado, o suspeito alegou que teria levado o armamento para a casa da mãe, porém o objeto não foi encontrado durante as diligências.

A Polícia Civil segue com as investigações para concluir o inquérito e reunir todas as provas que subsidiarão a responsabilização criminal do suspeito.

Reportagem: Jean Lemos Rondônia Atual

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