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Operação no Orgulho do Madeira prende 16 foragidos

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Operação no Orgulho do Madeira prende 16 foragidos
Uma operação da Polícia Militar, em parceria com a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), prende reeducandos que descumpriam medidas de justiça no Residencial Orgulho do Madeira, em Porto Velho. As ações visam levar maior segurança para os moradores do residencial, localizado na zona leste da capital de Rondônia, e continuam sendo mantidas para combater a criminalidade e avanço de facção.

Na manhã de quinta-feira (9), o Residencial foi alvo da Operação Paz no Orgulho, desencadeada pela PM e Polícia Penal, quando foram recapturadas 16 pessoas que estavam sendo monitoradas por descumprimento de medidas de Justiça.
A Operação Paz no Orgulho é mais uma ação desenvolvida para manter a segurança no Residencial, que nos últimos meses passou a ser notícia nos veículos de comunicação, devido aos vídeos de facção que viralizaram na internet. De imediato, a Polícia Militar deu resposta à sociedade e conseguiu prender integrantes de facções tanto do Orgulho do Madeira quanto do Morar Melhor, zona Sul da Capital e, consequentemente, restabelecer a ordem dentro dos residenciais.
Segundo destacado pelo comandante do 5º Batalhão de Polícia Militar (BPM), major PM Renato Suffi, toda a operação durou apenas 55 minutos e cumpriu todas as recapturas monitoradas. “Vale ressaltar que eram 16 alvos selecionados, dos quais quatro foram recapturados na noite de quarta- feira (8), e outros doze na manhã de quinta-feira, sendo que 100% dos alvos foram recapturados”, ressaltou major PM Suffi.
Conforme ressaltado pelo comandante, a operação conjunta, que contou com total participação da Polícia Penal, teve como missão intensificar a execução do policiamento ostensivo dentro das áreas de responsabilidade, especificamente no Residencial Orgulho do Madeira. Durante a operação, a Polícia Militar esteve reforçada, também, com policiais do Batalhão de Choque, inclusive com uso do canil e o Serviço de Inteligência.
Além de recapturas, a operação resultou na apreensão de mais de 30 invólucros de cocaína, que estavam em poder de um dos monitorados, e um veículo que também estava com drogas em seu interior.
A operação teve a participação da Unidade de Monitoramento Eletrônico (Umesp), Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (Gape) e Gerência Regional I – Porto Velho.
da Secom/RO

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GERAL

Dois servidores são presos e 11 afastados em operação na ALE-RO que investiga ‘rachadinha’

Justiça determinou bloqueio de até R$ 9 milhões em bens dos investigados. Policiais federais apreenderam documentos, mídias e outros materiais que serão analisados durante as investigações.

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Onze servidores da Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) foram afastados e dois foram presos em uma operação da Polícia Federal realizada nesta quarta-feira (9). A Justiça também determinou o bloqueio de até R$ 9 milhões em bens de investigados por suspeita de fraude em licitações, desvio de dinheiro público e “rachadinha”. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

A Operação Reduto também cumpriu 19 mandados de busca e apreensão, sendo nove em Ariquemes (RO), oito em Porto Velho (RO) e dois em Manaus (AM). Em Ariquemes, os alvos foram servidores da prefeitura. Já em Porto Velho, a ação teve como alvo a Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero), onde policiais federais apreenderam documentos, mídias e outros materiais que serão analisados durante as investigações.

Segundo a Polícia Federal, as investigações começaram em 2024, após relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontarem movimentações financeiras suspeitas envolvendo uma empresa de Manaus que mantinha contratos públicos em Rondônia.

Com o avanço das apurações, a PF identificou movimentações superiores a R$ 9 milhões consideradas incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos investigados.

Dois servidores são presos e 11 afastados em operação na ALE-RO que investiga ‘rachadinha’ — Foto: Divulgação/PF

De acordo com a investigação, o grupo atuaria em duas frentes. A primeira era responsável por fraudar licitações e direcionar contratos públicos no município de Ariquemes.

A segunda frente investigada envolvia o desvio de recursos públicos por meio de contas de servidores comissionados da Assembleia Legislativa de Rondônia, em uma prática classificada pela Polícia Federal como “rachadinha”.

Além das prisões e dos afastamentos, a Justiça determinou o bloqueio de bens, ativos financeiros e criptoativos dos investigados até o limite total de R$ 9 milhões. Durante a operação, também foi apreendido dinheiro em espécie em Manaus.

Segundo a PF, as medidas cumpridas nesta fase da operação têm o objetivo de reunir novos elementos e aprofundar as investigações.

Em nota, a Prefeitura de Ariquemes informou que está colaborando com as autoridades e entregando os documentos e informações solicitados durante a investigação. A administração afirmou que, até o momento, não há nenhuma conclusão de irregularidade envolvendo a prefeitura e que os serviços públicos seguem funcionando normalmente.

A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) informou que acompanha a operação e está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos. A Casa afirmou que segue os princípios de transparência e legalidade, e que os processos de contratação possuem mecanismos de controle e fiscalização.

PF cumpre mandados em Manaus contra empresa investigada por fraude em contratos públicos de Rondônia — Foto: Divulgação/PF

Por g1 RO

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